terça-feira, 18 de setembro de 2007

MySpace - The Ghost Frequency


Chamam-se The Ghost Frequency e são a última grande sensação a saltar do universo indie do Reino Unido através do Myspace.
Com um indie/rock energético e directo os The Ghost Frequency ainda só com um single gravado no seu pais prometem vir a dar que falar.

domingo, 16 de setembro de 2007

Pj Harvey - White Chalk



Esqueçam a imagem de menina rebelde de mini saia, agarrada a uma guitarra que tinham de P J Harvey, esqueçam também canções como Good Fortune ou No Girl So Sweet.
P J Harvey regressa em 2007 num formato completamente diferente, agora os seus grandes aliados são o piano e a guitarra acústica.
White Chalk o novo album parece passear-se por paisagens que antes pareciam pertencer a Sigur Rós ou Bjork e onde nem o mais afoito vidente ousaria ver por lá P J Harvey.
Mas a verdade é que neste misto de melancolia e intimismo a cantora até nem se saiu mal.
Temas como The Devil, que abre o album, The Piano ou Before Departure, merecem ser ouvidos com a máxima atenção.
White Chalk vai concerteza causar choque nos fãs mais fiéis de PJ, mas passando o impacto inicial o album tem tudo para seguir aquela velha máxima popular... "primeiro estranha-se e depois entranha-se"

sábado, 8 de setembro de 2007

Manu Chao - La Radiolina


Volta em 2007 ás edições discográficas Manu Chao. La Radiolina é o titulo do sucessor de Proxima Estacion: Esperanza, e Clandestino.
Segue a mesma linha musical dos seus antecessores, numa festa multi-étnica, onde se misturam sons latinos, africanos, rock, reaggea, ska etc.
Apresentado por Rainin In Paradize, tema ao qual é quase impossivel ficar-se indiferente, La Radiolina parece querer levar-nos numa viagem pelo mundo e pelos seus ritmos ao longo das suas vinte faixas. Me Llaman Calle, Politik Kills ou The Bleedin Clown, são outros dos temas aos quais se deve prestar atenção.

domingo, 26 de agosto de 2007

Gogol Bordello - Super Taranta!

Já conhecia desde o album anterior, os Gogol Bordello que agora se tornaram no novo hype pelo nosso pais, fruto da dupla passagem por Sines e Paredes de Coura.
Super Taranta! é o nome do album lançado recentemente por este colectivo sediado nos EUA mas com influências musicais da zona dos Balcãs.
Se ao vivo a festa parece ser de arromba segundo os comentários que li por ai, Super Taranta!, o album não lhe fica atrás. Ao ouvir temas como Wonderlust King, My Strange Uncles From Abroad ou Forces Of Victory, a vontade é de pular e cantar sem destino.
Nada que se compare porém ao que é assistir a um concerto ao vivo, onde a energia está muito mais á flôr da pele. Gypsy Punk o anterior album parecia ser muito mais energético e espontâneo, porem as exigencias editoriais devido ao sucesso alcançado por esta banda em diversos paises, tenha ditado essa mudança.

sábado, 25 de agosto de 2007

My Space


Descendentes de escolas como as dos Joy Division, Depeche Mode ou She Wants Revenge os Million Dollar Lips são portugueses e prometem dar muito que falar.
No seu MySpace, podemos ouvir excertos de algumas das suas musicas.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Adeus Ao Rock?


"Com o recinto já imerso na penumbra e na chuva, os Mão Morta surgiram em palco para o seu quinto concerto de sempre em Paredes de Coura. A convite da organização, a banda de Luxúria Canibal aceitou realizar uma actuação liberta do conceito dos Cantos de Maldoror, que recentemente lhe tem tomado mais tempo. No palco principal ouviram-se, assim, clássicos como «Oub'lá», «E Se Depois», «Budapeste», «Barcelona», «Vertigem» ou «Cão da Morte». Aparte um foco de mosh localizado, mesmo à frente do palco, a maioria do público, talvez tolhido pela chuva, não se manifestava de forma muito efusiva, e o próprio concerto corria de forma densa e viscosa o que, não sendo mau, não chegava para incendiar os ânimos.Eis que, de semblante nada carregado, Adolfo Luxúria Canibal transmite ao povo que os Mão Morta estão, neste espectáculo, a dizer «adeus ao rock». E que não haveria melhor cenário para fazê-lo do que Paredes de Coura, à excepção de Berlim. Perante a estupefacção do público, o vocalista anuncia uma música do «novo álbum» da sua banda: a velhinha «Budapeste». Até ao final, o lider dos Mão Morta voltaria a mostrar inspiração nas comunicações aos fiéis, como quando afirmou que a poeira levantada pelo mosh num dia de chuva só podia ser «milagre. Mas não façam disto um milagre canonizado, ou a cada 14 de Agosto teremos uma nova Fátima, com peregrinos, garrafões, Tonys Carreiras e quejandos!», apelou. «Levantem lama, que foi com lama que se criou o mundo». Foi neste tom apocalíptico - e com «Anarquista Duval» - que os Mão Morta se despediram de Paredes de Coura e, segundo eles próprios, do rock."
Sendo eu um fã da obra de Adolfo e dos Mão Morta em particular foi com alguma apreensão que vi pela Sic Radical estas declarações do lider de uma das melhores bandas portuguesa, e não pude deixar de pensar que tipo de adeus será este... Um adeus definitivo da banda o que seria muito mau para o panorama musical portugues ou apenas uma mudança no estilo musical da banda passando-se no futuro a dedicar a representações teatrais como fez no passado com Müller no Hotel Hessischer Hof ou mais recentemente com Maldoror?
Esperam-se portanto desenvolvimentos a esta angustiante noticia.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Agosto a chegar



"É amanhã dia 1 de Agosto e tudo em mim é um fogo posto..." Xutos & Pontapés in 1º Agosto

domingo, 29 de julho de 2007

Albuns que sabem bem recordar #1


You Say Party! We Say Die! - Lose All Time



Descobertos através deste vizinho, os You Say Party! We Say Die! são daquelas agradavéis surpresas que nos alegram os dias e nos fazem dançar e ouvir os seus albuns até á exaustão.

Com um som eléctrico, quase sempre marcado ao ritmo fernético em que se encontram a sua vocalistas suportadas pelas teclas deste colectivo Canadiano, Lose All Time promete seriamente ser uma das revelações deste ano.

Temas como Opportunity, que nos fazem lembrar uma espécia das The Organ mais eléctrica, Teenage Hit Wonder, que vai buscar influências aos Yeah Yeah Yeahs, ou Dancefloor Destroyer, que nos pede para nos mexer-mos ao ritmo animado da faixa, são exemplos de como certas bandas mereciam ter mais divulgação e conhecimento junto das massas pelo seu valor.